Conteúdo médico revisado por Dra. Pérola GurfinkelCRM-SP 55871
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Alopecia androgenética: entenda a calvície genética

É o diagnóstico por trás da imensa maioria das calvícies — masculinas e femininas. Entender como ela age é entender por que tratar cedo importa tanto.

Cuidado capilar
PG
Conteúdo revisado por Dra. Pérola GurfinkelCRM-SP 55871, médica dermatologista.
Atendimento na Vila Olímpia, São Paulo.

O mecanismo

Folículos geneticamente sensíveis respondem ao DHT encurtando a fase de crescimento do fio. A cada ciclo, o cabelo nasce mais fino, mais claro e mais curto — a chamada miniaturização. O couro cabeludo não fica careca de um dia pro outro: ele vai trocando fios grossos por penugem.

No homem, o padrão poupa a faixa lateral e atinge entradas e coroa; na mulher, costuma ser uma rarefação difusa no topo, preservando a linha da frente.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico é clínico, com apoio da tricoscopia (exame do couro cabeludo com aumento) que mostra a variação de espessura entre os fios. O tratamento combina bloqueio hormonal quando indicado, estímulo do folículo e procedimentos de consultório — mantidos a longo prazo, porque a predisposição genética não desliga.

Perguntas frequentes

Alopecia androgenética atinge mulheres?

Sim — é uma das principais causas de rarefação feminina, com padrão e tratamento próprios.

Em quanto tempo o tratamento mostra resultado?

O ciclo do cabelo é lento: os primeiros meses estabilizam a queda e a densidade melhora gradualmente ao longo do tratamento, variando por pessoa.

Tricoscopia dói?

Não — é um exame de imagem do couro cabeludo, rápido e indolor, feito em consulta.

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A queda tem causa — e a causa tem tratamento.

Avaliação capilar com Dra. Pérola Gurfinkel (CRM-SP 55871), na Vila Olímpia, São Paulo. Rua Santa Justina, 559 — Vila Olímpia, São Paulo - SP, 04545-042

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