Conteúdo médico revisado por Dra. Pérola GurfinkelCRM-SP 55871
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Transplante capilar: quando considerar

O transplante redistribui fios — não impede a calvície de avançar. Por isso a decisão certa começa no consultório do dermatologista, não na mesa de cirurgia.

Cabelo em movimento
PG
Conteúdo revisado por Dra. Pérola GurfinkelCRM-SP 55871, médica dermatologista.
Atendimento na Vila Olímpia, São Paulo.

O que o transplante faz (e o que não faz)

No transplante, folículos da área doadora (a faixa lateral e posterior, resistente ao DHT) são implantados nas áreas calvas. Os fios transplantados tendem a permanecer — mas os fios nativos ao redor continuam sujeitos à miniaturização se a alopecia não estiver controlada.

É por isso que o tratamento clínico vem antes e continua depois: estabilizar a calvície protege o investimento e evita o efeito “ilha de cabelo” cercada de rarefação nova.

Antes de decidir

Uma boa avaliação define se há área doadora suficiente, se a expectativa é realista e se o momento é agora ou depois de estabilizar o quadro clinicamente. Em muitos casos iniciais, o protocolo clínico bem conduzido adia — ou dispensa — a cirurgia.

Perguntas frequentes

Transplante capilar é definitivo?

Os fios transplantados tendem a durar, mas o resultado global depende de controlar a progressão da calvície nos fios nativos.

Todo calvo pode fazer transplante?

Não — depende de área doadora, extensão da calvície e expectativas. A avaliação médica é o filtro.

Primeiro o remédio ou a cirurgia?

Na maioria dos casos, primeiro a estabilização clínica — o transplante entra como complemento, quando indicado.

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A queda tem causa — e a causa tem tratamento.

Avaliação capilar com Dra. Pérola Gurfinkel (CRM-SP 55871), na Vila Olímpia, São Paulo. Rua Santa Justina, 559 — Vila Olímpia, São Paulo - SP, 04545-042

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