O que o transplante faz (e o que não faz)
No transplante, folículos da área doadora (a faixa lateral e posterior, resistente ao DHT) são implantados nas áreas calvas. Os fios transplantados tendem a permanecer — mas os fios nativos ao redor continuam sujeitos à miniaturização se a alopecia não estiver controlada.
É por isso que o tratamento clínico vem antes e continua depois: estabilizar a calvície protege o investimento e evita o efeito “ilha de cabelo” cercada de rarefação nova.
Antes de decidir
Uma boa avaliação define se há área doadora suficiente, se a expectativa é realista e se o momento é agora ou depois de estabilizar o quadro clinicamente. Em muitos casos iniciais, o protocolo clínico bem conduzido adia — ou dispensa — a cirurgia.
