Conteúdo médico revisado por Dra. Pérola GurfinkelCRM-SP 55871
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Eflúvio telógeno: quando o cabelo despenca de uma vez

Travesseiro cheio de fios, ralo do banho assustador, punhados na escova: o eflúvio telógeno é a queda difusa e abrupta — e, na maioria dos casos, é reversível.

Cabelo em movimento
PG
Conteúdo revisado por Dra. Pérola GurfinkelCRM-SP 55871, médica dermatologista.
Atendimento na Vila Olímpia, São Paulo.

Por que acontece

Um gatilho — febre alta, infecção, cirurgia, parto, dieta restritiva, estresse intenso, alguns medicamentos — empurra uma grande quantidade de fios da fase de crescimento para a fase de queda ao mesmo tempo. O resultado aparece 2 a 4 meses depois do evento: queda difusa, pelo couro cabeludo todo.

A boa notícia: no eflúvio agudo os folículos continuam saudáveis. Removido o gatilho e corrigido o que estiver em falta, o ciclo se normaliza.

Quando investigar mais fundo

Queda que passa de seis meses (eflúvio crônico), sinais de rarefação progressiva ou suspeita de causa hormonal pedem investigação completa — inclusive para não confundir eflúvio com alopecia androgenética em início, que exige outro tratamento.

Perguntas frequentes

O eflúvio leva à calvície?

O eflúvio em si não destrói folículos — mas pode desmascarar ou acelerar uma calvície genética que já existia.

Quanto tempo dura?

O quadro agudo costuma se resolver em alguns meses após o controle do gatilho; a recuperação visual da densidade leva mais tempo, pois o fio cresce cerca de 1 cm por mês.

Preciso de exames?

Frequentemente sim — ferro, vitamina D, tireoide e outros marcadores ajudam a identificar e corrigir o gatilho.

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A queda tem causa — e a causa tem tratamento.

Avaliação capilar com Dra. Pérola Gurfinkel (CRM-SP 55871), na Vila Olímpia, São Paulo. Rua Santa Justina, 559 — Vila Olímpia, São Paulo - SP, 04545-042

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