Conteúdo médico revisado por Dra. Pérola GurfinkelCRM-SP 55871
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Queda de cabelo feminina: causas e tratamento

Na mulher, a queda raramente tem uma causa só — hormônios, ferro, tireoide, pós-parto, estresse e genética se somam. Por isso o diagnóstico vale mais que qualquer vitamina.

Cabelo em movimento
PG
Conteúdo revisado por Dra. Pérola GurfinkelCRM-SP 55871, médica dermatologista.
Atendimento na Vila Olímpia, São Paulo.

As causas mais comuns

A queda feminina costuma se apresentar como rarefação difusa (o rabo de cavalo que afinou, a repartição que alargou) e pode vir de eflúvio telógeno (queda reativa a algum gatilho), alopecia androgenética de padrão feminino, alterações de tireoide, deficiência de ferro e vitamina D, dietas restritivas e período pós-parto.

Como as causas se sobrepõem, a investigação frequentemente inclui exames laboratoriais além do exame do couro cabeludo — é isso que direciona o tratamento certo.

Como se trata

O protocolo depende do diagnóstico: reposição do que está em falta, medicações específicas para o padrão feminino, minoxidil (tópico ou em outras formas de prescrição), intradermoterapia capilar e fórmulas manipuladas para couro cabeludo e suplementação — sempre com acompanhamento da resposta.

Perguntas frequentes

Queda no pós-parto é normal?

É muito comum entre o 2º e o 6º mes após o parto e costuma se recuperar — mas quadros intensos ou prolongados merecem avaliação.

Vitamina de farmácia resolve?

Só se a causa for a deficiência que ela repõe. Suplementar sem exame frequentemente só adia o diagnóstico.

Alisamento e química causam queda?

Podem quebrar o fio e inflamar o couro cabeludo, agravando quadros — a avaliação diferencia quebra de queda pela raiz.

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A queda tem causa — e a causa tem tratamento.

Avaliação capilar com Dra. Pérola Gurfinkel (CRM-SP 55871), na Vila Olímpia, São Paulo. Rua Santa Justina, 559 — Vila Olímpia, São Paulo - SP, 04545-042

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